Oiê!
No último sábado, eu e o André
fomos até Juquitiba fazer um Rafting no rio Juiquiá. Em abril nossos pontos
multiplus iam vencer e decidimos resgatar um passeio de Rafting via o programa
Viva! Experiências. Passou outono, passou inverno, compramos o Uthred e
praticamente esquecemos do passeio. Só fui lembrar na semana passada dos
vouchers e, por sorte, eles só venciam no dia 30/09 – marcamos tudo e fomos pra
Juquitiba cair no rio gelado. Agora te conto como foi essa experiência
diferente!
Primeiro gostaria de elogia o
atendimento do sítio Canoar. Desde o primeiro contato, lá em abril, eles foram
muito atenciosos, com respostas objetivas e rápidas. Por isso me senti segura
em trocar os pontos por um voucher do Viva! para depois trocar por um passeio
com a Canoar. Nessa última semana, voltei a falar com a Canoar para agendar o
passeio – conversamos na terça e na quinta já estava tudo agendado e as
reservas estavam no meu e-mail na sexta. Foi tudo muito simples.
O Rafting tem duas saídas, às
8:30 e às 14:00, primeiro iríamos na da manhã, mas conseguimos mudar para as
14:00. Saímos de São Paulo lá pelo meio dia e chegamos no Sítio Canoar, em
Juquitiba, às 13:40. A primeira coisa a ser feita é o check-in, fomos até a
recepção e só precisamos entregar as reservas e os termos de responsabilidade
assinados, o resto já estava tudo impresso por lá. Chegamos morrendo e fome e
fomos até a lanchonete comer um lanche (o serviço de restaurante estava
fechado). Pedimos um combo, mas o lanche não era nada especial. O preço é ok,
mas o custo-benefício não, o lanche era bem fraquinho para custar R$25,00. Na
hora de pagar, podia ser dinheiro ou cheque direto na lanchonete, ou no cartão
na recepção. Escolhemos a segunda opção e tivemos uma surpresa: a máquina do
cartão estava quebrada, não tínhamos cheque e nem dinheiro. A solução foi fazer
uma transferência bancária, só que lá não tem sinal de várias operadoras de
celular e muito menos wi-fi, então a moça de lá compartilhou o 3G dela para que
eu pudesse acessar o banco e fazer a transferência.
#FICADICA: Não deixe de levar o
dinheiro, apesar de ficar perto de SP, lá não tem sinal de celular, a máquina
do cartão pode não funcionar e vai ser um transtorno! Gostaria que a empresa
tivesse me avisado desse problema com a máquina de cartão, ficamos em uma
situação desconfortável.
Depois de tudo acertado,
guardamos nossas coisas no carro. Lá tem vestiários, porém não tem lugar para
guardar as coisas, eles pedem para deixar no carro e as chaves ficam em um
quadro na recepção. Às 14:30, como previsto, o pessoal nos dividiu em grupos e
ficamos em um bote com mais quatro pessoas e o instrutor. Recebemos nossos
equipamentos e nos explicaram os comandos básicos que deveriam ser feitos.
Fomos até os botes à pé (o percurso tem menos de 1km) e o instrutor nos
posicionou no bote. Começamos em uma área de remanso para praticar os comandos
e nos familiarizarmos com o remo e os movimentos.
A descida de aproximadamente 5,5km
durou duas horas e meia. O rio estava relativamente alto, o que resultou em um
passeio com mais áreas de remansos do que de corredeiras. A parte mais
“emocionante” foi durante a atividade Surf, onde o bote fica “preso” a uma
corredeira e os participantes devem seguir alguns comandos para não cair e o
bote não virar. A segunda atividade foi o Pulo da Garganta, onde os
participantes podem saltar de uma pedra (só o André saltou) e ser levado pela
leve correnteza até os botes e a última atividade seria a vidada do bote, que,
felizmente, ninguém do nosso bote quis fazer. No final recebemos um suco de
tangerina feito com Tanjal e pegamos um ônibus para voltar ao sítio. Junto com
os botes, desce um fotógrafo para pegar os melhores momentos da decida e você
pude comprar o CD com 70 fotos por R$60,00 – optamos por não pegar! Depois vou
ver se tem a possiblidade de escolher uma ou duas fotos.
Durante todo o percurso tivemos a
companhia ilustre da Pitanga e o Pinhão, dois labradores fofos que conhecem o
rio e as trilhas melhor do que os próprios instrutores. Eles moram no sítio
vizinho e sempre fazem as descidas com o pessoal do Canoar. Eles entram nos
botes, saem, nadam no rio, andam pela mata ciliar e voltam para os botes. São
lindos!!
A experiência foi legal, mas esperávamos
um pouco mais de aventura. O percurso teve muitas áreas de remanso onde o
instrutor pedia que parássemos de remar e tentava puxar conversa para o
percurso durar as duas horas prometidas. O lugar é maravilhoso, tudo que eu e o
André queríamos era ficar em silêncio, ouvindo a água e a mata. A água estava
bem fria, nos molhamos bastante, mas não passamos tanto frio quanto eu
esperava. Eu pensei que seria como entrar em uma piscina gelada, mas é bem
melhor – se bem que eu não entrei no rio!
#FICADICA: Eu usei uma
segunda-pele para ski e neve, pois ela é quentinha por dentro e não me deixou
sentir frio. Esse tipo de roupa absorve o suor mais rapidamente e o resultado é
que a parte de dentro secava mais rápido do que a de fora. Foi a melhor
escolha!
Se formos uma próxima vez, seria
legal fechar um bote com amigos ou tentamos descer o rio de caiaque.
O Sítio Canoar também oferece
Rafting com o seu pet, noturno e no alto juiquiá (que tem corredeiras mais
fortes). Além disso tem tirolesa, arvorismo e trilhas. Dá para passar um dia
diferente com a família.
O sítio Canoar fica Estrada dos
Carmos, 2.000 - Carmos - Juquitiba/SP e você pode agendar seu passeio pelo site
ou por telefone.
Você já fez algum rafting na sua
vida? Como foi a experiência?
Até mais!