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quarta-feira, 31 de maio de 2017

eSPlorando: Margot Bistrot

Oiê!
Vamos falar de comida? O mês passado foi cheio de comemorações, eu e o André fizemos 9 anos de namoro e 3 de casados, por isso escolhemos um lugar especial para jantarmos. Fiz a escolha pelo Restorando e adorei o serviço (depois até posso comentar mais sobre ele). Escolhi um bistrô que não fosse muito longe de casa e que não fosse uma fortuna, durante minha busca me deparei com o Margot Bistrot.

Já passamos por aquela rua inúmeras vezes, há anos, e nunca reparamos no restaurante. É uma casa estilo francesa muito charmosa. Meus olhos brilharam só de olhar a fachada, quando entramos fiquei deslumbrada! Me senti em Paris novamente! Fomos no feriado do dia 21, o dia do nosso aniversário de namoro, a casa não estava cheia e o atendimento foi rápido e eficiente. Fiz a reserva porque não sabia como estaria o movimento, mas estava bem tranquilo – a vantagem de ter feito a reserva é que ganhamos 20% de desconto nas comidas!
Pedimos de entrada um Steak Tartare (R$44,00) que veio com batata frita, torrada de pão italiano e uma saladinha, foi suficiente para dividir. Escolhi o filet mignon com purê rústico de batata e cebola caramelizada, pétalas de cebola e molho trufado (R$82,00), tudo estava muito saboroso, bem suculento e eu amo trufa, o sabor é incrível sempre. O André escolheu o fettuccine com frutos do mar (R$68,00), ele adorou a massa, mas achou que alguns frutos do mar estavam um pouco duros, eu experimentei o molho e gostei muito – meu sonho era fazer um molho assim! De sobremesa, um clássico crème brûlée (R$24,00) bem baunilhudo (dava para ver as sementinhas) e com uma camada bem generosa de caramelo. Como era uma ocasião especial, pedimos uma garrafa de vinho (frânces, claro!) para beber.
A conta saiu mais cara do que costumamos pagar, mas o preço do vinho ajudou a subir a conta. Na hora de pedir a conta, informei que a reserva foi feita pelo Restorando para receber 20% de desconto nos pratos e veio tudo certo. Sim, o Restorando ás vezes dá desconto em alguns restaurantes, só ver os dias e horários válidos e quais são as condições.
Em resumo, gostei muito do restaurante e achei o ambiente perfeito. Até agora estou encantada com o Margot Bistrot!

O Margot Bistro fica na R. Antônio de Macedo Soares, 1683 - Campo Belo - São Paulo – SP. No site você encontra toda as informações e o cardárpio (com preços). Tem serviço de vallet por R$20,00 na porta do restaurante.

Você já conhecia o Margot Bistrot? O que você achou?

Até Mais!

sexta-feira, 10 de março de 2017

eSPlorando: Corridas de rua

Oiê!
São Paulo é uma cidade maravilhosa que oferece praticamente tudo o que você pode imaginar. Apesar de seus defeitos, tão grandes quanto a cidade, sempre tem coisas legais para fazer. Não sei se é verdade, mas a sensação que eu tenho é que nos últimos anos as corridas de rua têm se destacado e cada vez mais pessoas participam dos eventos. Hoje tenho vários amigos e conhecidos que correm e isso é um ótimo exercício. Correr não precisa de muita coisa, só um bom tênis. Para deixar as coisas mais divertidas, dá se inscrever em corridas de rua, assim você se exercita e passeia pela cidade! Já fiz duas e vou te contar um pouco como foi minha experiência!

Primeiro sobre a Meia de Sampa, ela aconteceu no dia 09 de outubro e a largada foi no Jockey Club de São Paulo.  Dava para fazer 5Km, 10Km ou 21Km, é claro que eu fiz apenas os 5Km. Veja bem, eu mal tinha começado a treinar corrida, já tinha feito 5Km quebrados na esteira e nunca tinha corrido na rua – foi um desafio e tanto! No primeiro quilômetro eu só consegui pensar: “que m****a que eu estou fazendo aqui, correndo sem motivo”, quando alcancei o segundo as coisas começaram a ficar interessantes, mas comecei a perder o fôlego. Lá pelos 2,5Km eu comecei a caminhar e depois disso alternei corridinhas e caminhadas. Quando cruzei a linha de chegada e percebi que eu tinha conseguido fazer os 5Km em 33 minutos, fiquei muito feliz! Sério, dá aquela sensação de dever cumprido – eu me desafiei e consegui! Esperava fazer em 40 minutos, foi uma surpresa conseguir fazer em 33!

A segunda corrida é a minha queridinha. Encarei os 7Km da Star Wars Run! Tá ai um motivo legal para correr. Antes da corrida haviam painéis e personagens da série para tirar foto, dava para jogar vídeo game da saga – era uma festa, que continuou depois da corrida. Infelizmente fui embora logo após a corrida. Dessa vez a corrida foi à noite e a largada foi no Memorial da América Latina. Eu ainda não estava treinando muito e nunca tinha feito 7Km na vida. Estava um pouco frio, então resolvi correr com um casaquinho e foi bem ruim. Dessa vez andei mais do que corri, senti um pouco a virilha, mas completei em quase 50 minutos (eu acho). 
Nem sempre as fotos ficam bonitas, mas o esforço é o que vale!
Entre correr de dia e de noite, acho que a segunda opção é um pouco melhor. Correr no sol cansa bastante por causa do sol, por isso quanto mais cedo a largada, melhor. Para correr à noite é preciso que o lugar seja bem iluminado. Não tive problemas na Star Wars, mas meu treinador da academia disse que ele já fez uma e não dava para enxergar o caminho direito.

Esse ano comecei a treinar corrida de verdade e já sinto bastante diferença na minha respiração e na minha resistência (além de uns centímetros a menos no corpo). Também fui ao cardiologista pela primeira vez para conferir se estava tudo certo comigo e garantir que eu não terei problemas durante o exercício. Também continuo fazendo musculação e acrescentei aulas de treinamento funcional, jump e zumba – sim, vou para a academia de 4 à 7 vezes por semana para ficar em forma (e poder comer sem muita culpa!).

Em resumo, pretendo fazer mais corridas de rua, porém só as temáticas mais legais como a Princess Magic Run (já perdi) e a Star Wars Run, que esse ano deve ser muito boa por causa do lançamento do episódio VIII, porque o preço é um pouco salgado e se for pra gastar, quero um kit e uma medalha que eu goste!

Você já corre? Pensa em correr? Não deixe de comentar sua experiência!

Até mais!

terça-feira, 20 de setembro de 2016

eSPlorando: Rafting no rio Juquiá

Oiê!
No último sábado, eu e o André fomos até Juquitiba fazer um Rafting no rio Juiquiá. Em abril nossos pontos multiplus iam vencer e decidimos resgatar um passeio de Rafting via o programa Viva! Experiências. Passou outono, passou inverno, compramos o Uthred e praticamente esquecemos do passeio. Só fui lembrar na semana passada dos vouchers e, por sorte, eles só venciam no dia 30/09 – marcamos tudo e fomos pra Juquitiba cair no rio gelado. Agora te conto como foi essa experiência diferente!
Primeiro gostaria de elogia o atendimento do sítio Canoar. Desde o primeiro contato, lá em abril, eles foram muito atenciosos, com respostas objetivas e rápidas. Por isso me senti segura em trocar os pontos por um voucher do Viva! para depois trocar por um passeio com a Canoar. Nessa última semana, voltei a falar com a Canoar para agendar o passeio – conversamos na terça e na quinta já estava tudo agendado e as reservas estavam no meu e-mail na sexta. Foi tudo muito simples.
Foto: Canoar
O Rafting tem duas saídas, às 8:30 e às 14:00, primeiro iríamos na da manhã, mas conseguimos mudar para as 14:00. Saímos de São Paulo lá pelo meio dia e chegamos no Sítio Canoar, em Juquitiba, às 13:40. A primeira coisa a ser feita é o check-in, fomos até a recepção e só precisamos entregar as reservas e os termos de responsabilidade assinados, o resto já estava tudo impresso por lá. Chegamos morrendo e fome e fomos até a lanchonete comer um lanche (o serviço de restaurante estava fechado). Pedimos um combo, mas o lanche não era nada especial. O preço é ok, mas o custo-benefício não, o lanche era bem fraquinho para custar R$25,00. Na hora de pagar, podia ser dinheiro ou cheque direto na lanchonete, ou no cartão na recepção. Escolhemos a segunda opção e tivemos uma surpresa: a máquina do cartão estava quebrada, não tínhamos cheque e nem dinheiro. A solução foi fazer uma transferência bancária, só que lá não tem sinal de várias operadoras de celular e muito menos wi-fi, então a moça de lá compartilhou o 3G dela para que eu pudesse acessar o banco e fazer a transferência.

#FICADICA: Não deixe de levar o dinheiro, apesar de ficar perto de SP, lá não tem sinal de celular, a máquina do cartão pode não funcionar e vai ser um transtorno! Gostaria que a empresa tivesse me avisado desse problema com a máquina de cartão, ficamos em uma situação desconfortável.
Foto: Canoar
Depois de tudo acertado, guardamos nossas coisas no carro. Lá tem vestiários, porém não tem lugar para guardar as coisas, eles pedem para deixar no carro e as chaves ficam em um quadro na recepção. Às 14:30, como previsto, o pessoal nos dividiu em grupos e ficamos em um bote com mais quatro pessoas e o instrutor. Recebemos nossos equipamentos e nos explicaram os comandos básicos que deveriam ser feitos. Fomos até os botes à pé (o percurso tem menos de 1km) e o instrutor nos posicionou no bote. Começamos em uma área de remanso para praticar os comandos e nos familiarizarmos com o remo e os movimentos.
Foto: Canoar
A descida de aproximadamente 5,5km durou duas horas e meia. O rio estava relativamente alto, o que resultou em um passeio com mais áreas de remansos do que de corredeiras. A parte mais “emocionante” foi durante a atividade Surf, onde o bote fica “preso” a uma corredeira e os participantes devem seguir alguns comandos para não cair e o bote não virar. A segunda atividade foi o Pulo da Garganta, onde os participantes podem saltar de uma pedra (só o André saltou) e ser levado pela leve correnteza até os botes e a última atividade seria a vidada do bote, que, felizmente, ninguém do nosso bote quis fazer. No final recebemos um suco de tangerina feito com Tanjal e pegamos um ônibus para voltar ao sítio. Junto com os botes, desce um fotógrafo para pegar os melhores momentos da decida e você pude comprar o CD com 70 fotos por R$60,00 – optamos por não pegar! Depois vou ver se tem a possiblidade de escolher uma ou duas fotos.
Foto: Canoar
Durante todo o percurso tivemos a companhia ilustre da Pitanga e o Pinhão, dois labradores fofos que conhecem o rio e as trilhas melhor do que os próprios instrutores. Eles moram no sítio vizinho e sempre fazem as descidas com o pessoal do Canoar. Eles entram nos botes, saem, nadam no rio, andam pela mata ciliar e voltam para os botes. São lindos!!
A experiência foi legal, mas esperávamos um pouco mais de aventura. O percurso teve muitas áreas de remanso onde o instrutor pedia que parássemos de remar e tentava puxar conversa para o percurso durar as duas horas prometidas. O lugar é maravilhoso, tudo que eu e o André queríamos era ficar em silêncio, ouvindo a água e a mata. A água estava bem fria, nos molhamos bastante, mas não passamos tanto frio quanto eu esperava. Eu pensei que seria como entrar em uma piscina gelada, mas é bem melhor – se bem que eu não entrei no rio!

#FICADICA: Eu usei uma segunda-pele para ski e neve, pois ela é quentinha por dentro e não me deixou sentir frio. Esse tipo de roupa absorve o suor mais rapidamente e o resultado é que a parte de dentro secava mais rápido do que a de fora. Foi a melhor escolha!
Se formos uma próxima vez, seria legal fechar um bote com amigos ou tentamos descer o rio de caiaque.

O Sítio Canoar também oferece Rafting com o seu pet, noturno e no alto juiquiá (que tem corredeiras mais fortes). Além disso tem tirolesa, arvorismo e trilhas. Dá para passar um dia diferente com a família.

O sítio Canoar fica Estrada dos Carmos, 2.000 - Carmos - Juquitiba/SP e você pode agendar seu passeio pelo site ou por telefone.

Você já fez algum rafting na sua vida? Como foi a experiência?

Até mais!

terça-feira, 14 de junho de 2016

eSPlorando: Madero (Shopping Vila Olímpia)

Oiê!
Fazem umas duas semanas que me bateu aqueeela vontade de comer hambúrguer, aproveitamos que era emenda de feriado, saímos da academia e fomos ao Madero do Shopping Vila Olímpia. O André conheceu a rede quando passou uns dias no sul à trabalho e desde então ele comenta que o hambúrguer deles é maravilhoso. Felizmente a rede chegou à São Paulo (já faz uns anos) e só agora deu certo de ir conhecer. Continue lendo este post gordinho para saber mais sobre o Madero!
Foto: Restaurante Madero
Por sorte, não pegamos fila de espera. Ao chegarmos tinha uma mesinha prontinha para nós. Achei o ambiente bem interessante, as mesas imitam troncos de árvores, super legal. São dois ambientes, um interno e outro “externo”, ficamos no segundo e pudemos observar a fila de espera se formando e olha que não chegamos muito cedo, eram umas 13:30 e dez minutos depois a fila começou a se formar.
Foto: Restaurante Madero
O cardápio é bem completo, de lanches à pratos e uma sessão especial para crianças. Resolvi pedir um básico, o Cheeseburguer Madero, já o André pediu o favorito dele, o Cheeseburguer de Cordeiro. Todos os cheeseburguers acompanham alface, tomate, cebola assada, queijo cheddar, maionese da casa e batata-frita. O pão dá um sabor muito especial, é tipo um pão francês redondo, com uma casquinha crocante que deixa o lanche maravilhoso. O que eu mais gostei do meu lanche é que ele não se desmanchou. Sabe quando você come o hamburger e a carne começa a escapar por baixo do pão e no final só sobra pão?! Então, isso não aconteceu com nenhum dos lanches que pedimos. A proporção estava perfeita! Outra coisa que me deixou bem contente foi que a Coca-Cola era de garrafinha de vidro, a melhor embalagem de coca! Por mim só teria dessas garrafinhas em casa!
Agora é hora de falar da parte que eu sempre reclamo, o preço! Não é um restaurante barato, a conta saiu mais de R$100,00 em dois lanches e duas Coca-Colas. Os lanches estavam deliciosos, todos os ingredientes fresquinhos, mas são sanduíches, certo?! Boa parte do preço é por causa do nome do restaurante. Fora isso, sai do Madero satisfeita com o meu lanche e com minha vontade de hambúrguer saciada!

O Madeiro do Shopping Vila Olímpia fica na Rua Olimpíadas, 360, Itaim Bibi – São Paulo – SP. Funciona de segunda a sexta das 11:30 às 15:00 e das 18:00 às 23:00 (de sexta fecha meia-noite), de sábados das 12:00 à meia-noite e de domingos e feriados das 12:00 às 23:00. Você encontra o cardápio do Madero Vila Olímpia aqui e no site está a relação de todos os restaurantes da rede.

Você já foi ao Madero? Qual seu prato favorito?

Até mais!

terça-feira, 26 de abril de 2016

eSPlorando: Jamil Esfihas

Oiê!
Hoje o eSPlorando não vai muito longe da minha casa e estou sempre por lá, seja para comer ou apenas para garantir o pão da semana. Na avenida do Cursino fica uma esfiharia bem tradicional do bairro Jardim da Saúde, na zona sul de São Paulo, a Jamil Esfihas. Neste post vou te contar um pouquinho sobre o restaurante e revelar o que sempre peço quando vou lá!
A Jamil Esfihas foi fundada pelo Seu Jamil em 2001. O imigrante libanês e sua família cuidam da esfiharia com muito carinho. Não importa o dia ou horário, o Seu Jamil e/ou sua filha sempre estão lá para atender os clientes com um sorriso no rosto. Eles e seus funcionários fazem com que os clientes se sintam bem à vontade, em um ambiente simples e familiar. É só entrar no restaurante para sentir aquele cheiro delicioso de esfiha no forno.

O cardápio é bem tradicional, com pratos generosos e boa qualidade. Você pode escolher a esfiha aberta ou fechada e as opções de recheio são bem variadas, inclui até opção vegetariana. As esfihas são grandes, quase do tamanho de um prato de sobremesa, mesmo assim dá para pedir um kibe frito ou uma coxinha para acompanhar. Eu, particularmente, prefiro pedir a coalhada seca.
Trio Jamil: Kibre cru com cebola e hortelã, Coalhada Seca e Homus. Para acompanhar, pão sírio fresquinho!
Se você quer fugir da esfiha, o cardápio inclui pratos quentes e frios tradicionais da cozinha árabe – Kafta, Kibe, Charuto, Arroz Marroquino, Homus, Baba Ganoush, Tabule, Coalhadas, Chanclix...bateu a dúvida no que escolher? É só pedir o Trio Jamil, assim você pode escolher seus três favoritos para compor o prato. Eu e o André temos pedido direto e sempre escolhemos o Kibe Cru, Homus e Coalhada e para acompanhar, uns três pães sírios. Sério, o trio Jamil sai R$25,00 e vem bastante coisa, divido com o André e fico satisfeita (o André às vezes pede uma esfiha para finalizar). Quando estou sozinha, troco o kibe por baba ganoush e levo o que sobra para casa. É o prato com o melhor custo-benefício!

Para a sobremesa, além da esfiha de chocolate, tem várias opções de doces árabes. Confesso que até pouco tempo eu não tinha experimentado, mas na última vez escolhi o Macarrãozinho com Damasco e não me arrependi! Esse não deve ser o nome original, mas eles colocam esse nome no cardápio. Pedi a calda a parte e coloquei um pouco, mas achei muito doce, da próxima vez vou dispensar.
Macarrãozinho com Damasco
E eu comecei falando do pão e vou terminar falando dele! Lá vende um pão sírio delicioso, que chega fresquinho todo dia. Toda semana passo lá para comprar um pacote (12 un.) e é praticamente só esse pão que eu e o André consumimos no dia-a-dia. Comemos no café da manhã, no lanche e às vezes fazemos beirute na janta. É um pão com pouca gordura, muito saboroso e versátil. É uma delícia pegar o pacote fresquinho, o pão parece uma folha de tão fino e macio, não dá para resistir!

Se você gosta de comida árabe, vale a pena conhecer a Jamil Esfihas, um lugar que vai te conquistar pela simplicidade e pelo acolhimento. O preço é justo com muita qualidade! A esfiharia fica na Rua Quisisana, 12 (esquina com a av. do Cursino) – Jardim da Saúde – São Paulo – SP. Funciona de segunda à sábado das 10:00 às 22:30 e tem delivery em alguns horários. Se quiser pegar o pão fresquinho, passe depois das 13:00, o pão normalmente chega entre 12:00 e 13:00. No site você encontra mais informações e o cardápio.

Você já conhece a Jamil Esfihas?

Até mais!

terça-feira, 15 de março de 2016

eSPlorando: Rua das Noivas

Oiê!
Não é a primeira vez que falo sobre a famosa rua das noivas daqui de São Paulo. Fui lá duas vezes, como noiva e como amiga, e nas duas tive a mesma sensação: enche o saco! É preciso paciência, calma e propósito para ir até lá. Sério, não é tão legal assim e nem vai ser como o programa “O Vestido Ideal” do Discovery Home & Health. A busca pelo vestido de noiva é longa (eu já contei minha aventura neste post) e ir à rua das noivas faz parte desse processo.
A Rua das Noivas fica na Rua São Caetano, no bairro da Luz. O jeito mais fácil de chegar lá é pelo metro, é só descer na estação da Luz (lado oposto ao da Pinacoteca do Estado) e caminhar até a Rua São Caetano. É claro que nas imediações também tem lojas de vestidos, acessórios e coisas para casamento, você sai do metro e já começa a seguir o caminho do vestido branco!

A Rua São Caetano não tem nada de especial, é uma rua comercial com uma grande concentração de lojas de vestido de noiva (de todos os preços e qualidades) e coisas para casamento (recomendo passar na Durval Calçados – o sapato de lá é caro, mas super hiper mega confortável). O ideal é você pesquisar na internet quais lojas você quer conhecer para provar alguns vestidos. Andar pela rua é engraçado, tem limusines estacionadas, do nada começa a tocar a marcha nupcial (ou a música do Piratas do Caribe) e as vendedoras ficam na porta perguntando se você é noiva (isso eu acho irritante, normalmente fujo dessas lojas!).
Quando fui como noiva, entrei em algumas lojas, mas só experimentei vestidos em uma. Já com a minha amiga, nós olhamos bastante vitrines e depois que ela gostou de alguns vestidos ela entrou para provar – acho que foram umas três ou quatro lojas. Chega um momento em que os vestidos começam a ficar iguais e não tem mais porquê ficar provando se você já decidiu um modelo.
Antigamente, a rua tinha ateliês de alta costura, que desenhavam, costuravam e bordavam o vestido do jeitinho que você queria. Hoje em dia, a maioria das lojas trabalham com modelos prontos (muitos são aqueles importados da China) e uma ou outra ainda fazem ainda sob medida. O maior problema desses importados é o acabamento, muito dos que vimos estavam bem mal-acabados...tinha um que vinha com zíper normal ao invés dos invisíveis! Fiquei chocada e a vendedora teve a coragem de dizer que os botões escondiam. Sério, quem faz um vestido de noiva com tecidos delicados e finaliza um zíper que você colocaria num moletom?!

Acho que a experiência de ir à Rua das Noivas é válida, principalmente se você não tem ideia do modelo do vestido. Muitas lojas que trabalham com aluguel deixam você provar os vestidos e isso é perfeito para descobrir qual modelo te agrada mais. Algumas lojas não gostam muito...teve uma que entramos e que a mulher não queria deixar minha amiga experimentar porque o casamento dela era só no segundo semestre de 2017 e que os modelos de agora não estariam disponíveis quando ela fosse decidir – o motivo faz sentido, mas a vendedora foi muito esnobe. Fiquei bem irritada nessa loja. Nunca acredite que vestido de noiva é só bonito e que não existe modelo bonito e confortável – É MENTIRA!!!

Não espere um lugar bonito, é o centro da cidade e se prepare para ficar um período por lá. Aconselho o período da manhã, é mais tranquilo chegar logo depois que as lojas abrem. Sempre leve alguém com você, é importante ter alguém para opinar, porque a maioria das vendedoras querem vender. Fique atenta aos tecidos, cortes e às provas do vestido para não ter surpresas no meio do caminho.

Você já foi na Rua das Noivas? Conta para mim como foi sua experiência!
Até mais!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Cidadeando: Meu Caminho em cada manhã...


Olá amigos, tudo bem?

Agora que já conversamos um pouco sobre a estrutura da rede de transportes e sobre preparo físico, vamos para uma terceira pergunta. Como é meu trajeto cotidiano.

Parece fácil responder essa questão, mas as vezes a aparência engana. Acho essa uma das perguntas mais complexas.
A figura acima é uma ilustração dos diferentes tipos de inteligência que existem, porém, nossa educação atual valoriza algumas mais que outras. Por isso posso afirmar que para grande maioria das pessoas, entender o espaço é algo extremamente complexo.

Todos os dias nos deslocamos pela cidade, mas realmente avaliamos por onde e como é esse deslocamento?

Observar o espaço e entender sua dinâmica é importantíssimo. Sugiro observar a distância em quilômetros que você percorre, as condições da via, o trânsito, a iluminação, a movimentação das ruas... tudo isso é importante para que você possa analisar o seu trajeto.

Se você observar que uma rua é muito movimentada com caminhões e tem pouco espaço para o ciclista, pode ser sinal para tentar uma rota por outra rua mais tranquila. Se as ruas são muito desertas e passam por locais com pouca iluminação e movimentação pode ser perigoso. Basta achar uma rua onde o movimento seja média e tenha espaço para carros e bicicletas.

No próximo post vou dividir com vocês como preparei a minha rota para o trabalho.


Um abraço

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

eSPlorando: Damp

Oiê!
Qual a primeira coisa que vem na sua cabeça quando pensa num dia quente de verão? Na minha vem sorvete (tá, dependendo do momento penso numa Coca-Cola bem gelada)! Seja picolé ou de massa, sorvete sempre cai muito bem, refresca, adoça e me deixa muito feliz! Quando passava o mês na praia, íamos na sorveteria quase todo dia, eu me achava muito importante porque poderia me servir sozinha e escolher quais sabores eu queria – tinha sempre muita opção! Aqui em São Paulo não é tão comum encontrar sorveterias nesse estilo, normalmente você pede o sabor e o número de bolas. A Damp é uma sorveteria com mais de 40 anos que fica no bairro do Ipiranga, tem mais de 100 sabores de sorvetes e você pode se servir à vontade! Já provei vários e todos são maravilhosos!
Tomo sorvete nas quatro estações do ano, acho que sempre cai bem! No calor, prefiro os sorvetes de frutas e mais refrescantes, já no frio dou preferência aos mais cremosos e doces. Na Damp sempre encontro uma grande diversidade de sabores em todas as estações e todos são fabricação própria. Além dos sorvetes também tem picolés, bolos, dampinos, cassatas entre outras sobremesas geladas.
Já experimentei vários sabores e tenho alguns favoritos. Dos de fruta, gosto do de maracujá e do de tangerina. Eles têm umas cinco versões de chocolate e uns dos mais deliciosos é o de chocolate com gengibre, uma combinação que funciona muito bem! O de canela e o de gengibre também são deliciosos. Vale a pena experimentar os de queijo, sempre tive curiosidade e um dia pedi para experimentar – eles sempre permitem -  e eles são realmente gostosos! Na dúvida, o de menta com flocos de chocolates é uma escolha certeira!
Chocolate, Gengibre e Canela
No final do ano passado a sorveteria mudou de endereço. O novo espaço é maior, com mais lugares para sentar e passar ótimos momentos. A decoração está linda, muito charmosa e aconchegante, parece uma pequena praça.
A Damp fica na rua Lino Coutinho, 983 -  Ipiranga – São Paulo – SP.  Tem outra unidade na Vila Leopoldina, mas não conheço. No site tem mais informações sobre a sorveteria e o cardápio.

Você já conhecia a Damp? E qual outra sorveteria você gosta?

Até mais!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Cidadeando: Atividade Física é saúde!


Hoje vou responder a segunda pergunta do planejamento para começar a trabalhar de bicicleta: Como está meu preparo físico?

Pedalar na cidade exige um pouco de preparo físico.

A sugestão é simples para quem está iniciando, pedalar em um ritmo suave e com o tempo (e melhora do condicionamento físico) pode ir aumentando a intensidade.

Na atividade física é importante dar um passo de cada vez e o autoconhecimento é fundamental.

Com atividades físicas seu corpo responde melhor e sua saúde melhora. Sugiro alguns passos para iniciar de maneira saudável a atividade física.

1.       Faça seus exames médicos, veja se está tudo bem com o coração e se não tem nenhuma limitação física para praticar esportes.

2.       Faça uma avaliação física, descubra como está seu condicionamento, qual sua frequência cardíaca ideal, como está sua postura corporal.

3.       Procure um especialista em educação física e elabore um treinamento de condicionamento físico.

4.       Um especialista em nutrição também ajuda. Uma alimentação melhor ajuda no seu dia à dia.

Lembre-se, pedalar pela cidade não é uma corrida. Respeite seus limites, entenda seu corpo.

Meu processo com a atividade física foi gradual, comecei à 2 anos e meio atrás, estava sedentário e não praticava nem caminhada. Escolhi um esporte que achava interessante e passei a praticar esgrima 2 vezes por semana. Sob orientação passei a melhorar meu condicionamento físico e também ajustei minha alimentação.

Meu corpo passou a responder melhor. Senti muita mudança no meu desempenho físico e mental.

Aos poucos fui aumento a quantidade de exercícios e em seguida passei também a fazer natação e musculação.

Existe um mito de que a musculação serve apenas para ficar “bombado”, o que é uma mentira. Se você conversar com seu professor e explicar seus objetivos ele vai te passar o treinamento adequado. A musculação é fundamental para melhorar seu desempenho e evitar lesões.  Claro tem pessoas que se importam com a finalidade estética, mas não necessariamente essa precisa ser sua preocupação. Definitivamente não é a minha!

Quando decidi ir trabalhar de bicicleta, parei a natação. Foi uma questão de ajuste de tempo. Hoje vou 3 vezes por semana de bicicleta para o trabalho, 2 vezes por semana fazer preparação muscular na academia e aos sábados pratico esgrima.

Ressalto mais uma vez que foi uma coisa gradual, não foi da noite para o dia e ter isso em mente é fundamental para não perder a motivação.

Um abraço.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Cidadeando: A nova coluna do Perspectiva Laranja

Oiê!
Tenho a honra de apresentar a nova coluna do blog e o primeiro colaborador do Perspectiva Laranja. A Cidadeando vai tratar de assuntos dos dia-a-dia, cidadania e bem-estar com o meio em que vivemos. E o responsável pela coluna será ninguém mais ninguém menos do que o André, meu marido que não gosta muito de aparecer nas fotos!
Deixo vocês em boas mãos!
Até mais!





Olá!
Meu nome é André e vou participar aqui do Perspectiva Laranja com uma pequena coluna sobre cidadania.
Primeiro vou fazer uma breve apresentação. Sou um “peixe de cidade grande”, nasci e cresci em São Paulo e gosto muito de explorar essa cidade com mais de 11 milhões de habitantes tentando conviver em harmonia todos os dias.

Minha formação acadêmica é Geografia, isso me deu a possibilidade de entender melhor a dinâmica dessa cidade e as relações entre as pessoas e o espaço.

Além de andar pelos 4 cantos da cidade conhecendo cada região, sua realidade social e a dinâmica do cotidiano, minha profissão também me possibilitou conhecer outras cidades, o que contribuiu muito para me ajudar a entender a relação entre homem e meio na vida urbana.

Nessa coluna quero debater ideias e dividir a visão de como é viver na cidade. Entender como cada um de nós pensa a convivência e respeita o espaço urbano com todos que circulam nele.

Não tenho por objetivo elaborar textos científicos ou fórmulas mágicas com lições de moral na convivência urbana, quero apenas relatar problemas do cotidiano na cidade mostrar como eu faço para superá-los e entender se vocês enfrentam os mesmos problemas e como fazem para superá-los.
O conteúdo do blog está relacionado com bem-estar e acho que cidadania ajuda!

Em meu primeiro tópico, vou relatar como troquei o carro pela bicicleta para me locomover na cidade. Espero que vocês possam acompanhar esse processo e comentarem com dicas ou palpites.


Um abraço.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

eSPlorando: Tour Corinthiano

Oiê!

Acho que de todos os posts do blog, este é o mais difícil de escrever. Esses dias fui conhecer o novo estádio do Corinthians, o Itaquerão ou Arena Corinthians com o André. Para um Corinthiano é um momento legal, agora para uma palmeirense que não liga para futebol é só um estádio, mas foi primeiro que conheci! Depois de ir ao estádio, eu e o André terminamos nossa manhã de passeio no Parque São Jorge, onde fica o museu do Corinthians. O eSPlorando de hoje deixa o laranja de lado para falar um pouco de dois pontos preto e branco da cidade.
Numa manhã de sábado, decidimos passear pela cidade. Como o André ainda não conhecia o Itaquerão e eu nunca tinha ido à um estádio, definimos nosso destino. Pegamos o metrô na estação Alto do Ipiranga (linha verde) sentido Vila Madalena. Chegando na estação Ana Rosa fizemos a baldeação para a linha azul e seguimos em direção à estação da Luz, onde trocamos o metro pelo trem. Existe duas maneiras de chegar à Itaquera - pela linha vermelha do metro e pelo trem (linha 11-Coral), a diferença é que o trem faz menos paradas do que o metro, por isso foi nossa opção.
Dá para ver a Arena da plataforma do trem! E perto do estádio tem esse muro com um mapa mundi invertido.
Descemos na estação Itaquera e ao sair da estação já é possível ver a Arena. É preciso dar a volta para chegar às entradas, mas é uma caminhada curta, de 5-10 minutos. Como não tinha jogo, o estádio estava fechado e não conseguimos entrar. Por fora deu para ver algumas coisas e achei o estágio enorme – tá, minha noção de tamanho não vale muita coisa porque nunca entrei num estádio...
Dentro do museu - Alguns troféus, as fotos anuais do time e os ídolos.
Como só vimos a Arena por fora, voltamos para a estação e decidimos ir até o Parque São Jorge. Pegamos o trem em direção à estação da Luz e descemos na estação Tatuapé. Junto a estação há dois shoppings interligados e foi lá que fizemos nossa parada para um lanchinho. Olhamos no mapa e decidimos ir caminhando do shopping até o Parque. A caminhada foi maior, levamos uns 20-30 minutos.
Várias camisas autografadas, bolas e faixas. Destaque para a bola QUADRADA feita em Portugal (sou portuguesa, mas não resisti: Tinha que ser coisa de português!). Por fim, um pouco da parte dedicada á democracia corinthiana.
No Parque São Jorge fica o Clube Corinthians e o museu está logo na entrada. Compramos os ingressos na hora e não pegamos fila. A visita dura mais ou menos uma hora e conta a história do time de futebol e do clube. Tem uma parte dedicada aos principais ídolos do time e uma parede com fotos do time ano a ano desde a inauguração. É legal ver como o uniforme e o perfil dos jogadores mudaram ao longo dos anos. A visita acaba na sala dos troféus – primeiro tem os principais troféus que o time de futebol ganhou e depois tem os que o clube ganhou em várias modalidades. É claro que a saída do museu é na loja do Corinthians. Acho que é a maior loja Poderoso Timão que eu vi. Além de grande tem uma variedade bacana de produtos. O preço é tabelado, então não vi muita vantagem.
Os troféus dos dois mundiais ficam em destaque no museu.
Na hora de ir embora, pensamos em pegar um ônibus, mas decidimos ir andando até a estação Carrão do Metrô (linha vermelha), a caminhada não foi curta, levamos uns 20 minutos, mas foi bem tranquilo.
A sala dos troféus do time de futebol.
E esse foi o nosso tour corinthiano – o André não gosta desse nome, mas eu acho que é a melhor definição! Não é meu tipo favorito de passeio, mas são dois lugares obrigatórios que todo corinthiano deve conhecer! O museu e realmente legal, claro que o foco é o Corinthians, mas tem um contexto histórico que vale a visita mesmo para quem não é torcedor. É mais de um século de história – do Corinthians, da cidade e do país!

Você já conheceu o Itaquerão? E o Parque São Jorge?


Atá Mais!

terça-feira, 15 de setembro de 2015

eSPlorando: Restaurante Tian

Oiê!
Você não leu errado, a nova coluna do blog se chama eSPlorando e vou falar sobre os lugares que conheço (e vou conhecer) aqui em São Paulo, uma cidade com tantas coisas, mas muitas vezes nos acomodamos em casa. Planejamos várias viagens para fora, mas esquecemos de conhecer nossa própria cidade. De restaurantes à passeios, esta é a nova coluna no Perspectiva Laranja e te convido a eSPlorar a cidade comigo!

Hoje vou falar sobre um restaurante que conheci recentemente. Eu sempre fui muito chata para comer, mas agora entrei numa fase onde acho que tenho que provar de tudo para saber se gosto ou não. Então fui me aventurar em um restaurante tailandês, o TIAN.
O TIAN é um restaurante asiático contemporâneo com forte influência tailandesa, nacionalidade da chef Marina Pipatpan. A proposta do restaurante é reinterpretação da culinária tradicional asiática, trazendo receitas da Tailândia, Japão, China, Filipinas, Vietnã e Coreia.
O salão não é grande, mas passa uma sensação acolhedora. O Tian tem um Tuk-tuk e você pode marcar para ele te buscar na hora do almoço - achei um máximo! Fotos: Tian
“O Tian Restaurante é um lugar feito para aproximar o brasileiro da cultura asiática e proporcionar bons momentos a partir do ato de compartilhar a comida. Contemporâneo, sofisticado e urbano, o Tian reinterpreta os alimentos da cozinha asiática de maneira moderna com temperos leves e aromas marcantes.”
Esq.: Bun de pernil; Sup.: Atum empanado no sembei; Inf.: Pad Thai. Fotos: Tian
O espaço é pequeno, mas aconchegante. À meia luz e decoração que remete à Ásia, é um ambiente agradável e ideal para jantares românticos e bons momentos com os amigos. Fui com meus tios, disposta a experimentar tudo o que me fosse oferecido e foi uma das melhores coisas que fiz na vida! Muitas das comidas que experimentei eu nem olharia só por saber dos ingredientes. De tudo que comi, recomendo o Atum empanado em sembei, poke de salmão (esse é maravilhoso, pedimos vários e não tem um gosto muito forte de salmão) e Pad Thai. O André adorou um prato com iscas de peixe ao molho sweet and sour da casa. Foram momentos muito prazerosos ao meu paladar, só de lembrar fico nas nuvens! De sobremesa, comi o Trio Crème Brûlée, que vem 3 porções generosas de crème brûlée sabor capim-limão, gengibre e chá tailandês. Tudo muito delicioso!
O delicioso Crème Brûlée, meu favorito é o de gengibre. Foto: Tian
Uma das coisas mais legais do restaurante é que no site tem o cardápio completo (com valores), o que é ótimo para se planejar! O preço não é alto pela qualidade da comida, mas não espere mega porções. Dependendo da sua fome, uma porção não dá para duas pessoas. O legal é pedir dois pratos e dividir, assim você prova mais!

O Restaurante TIAN fica na Rua Jerônimo da Veiga, 36, Itaim - São Paulo. Funciona no almoço (com opção de pratos executivos) e na janta todos os dias (domingo fecha as 17:00). Super recomendo se você quer experimentar novos sabores! Mais informações no site e na fanpage.

Você já conhecia o Tian?


Até mais!

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