segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Resenha: Clow e Bee (Duda Molinos)

Oiê!
Quando soube que a coreografia do ano passado seria o nascer do sol comecei a bolar a maquiagem. Foi aí que percebi que eu precisava de uma sombra vermelha e outra amarela. Corri para a internet em busca de marcas, resenhas e...confesso que não achei muita coisa. Então me deparei com as sombras Duda Molinos. As cores pareciam bem vibrantes e o preço estava muito bom, valia a pena comprar. Depois de aparecerem em alguns tutoriais, chegou a hora da Clow e da Bee terem sua própria resenha!
Não achei um site específico da marca, mas achei essa descrição padrão em lojas virtuais: “Elaborada com pigmentos ultramicronizados que aderem melhor à pele, a Sombra Duda Molinos possui textura macia, cobertura uniforme e efeito acetinado. Subdividida em 7 texturas – Matte, Sattin, Estelar, Cintilante, Iluminadora, Heavy Metal e Artsy – a coleção atende à todas as necessidades da maquiagem contemporânea, com pigmentação, fixação e durabilidade inigualáveis.”

A Clow e a Bee são da linha Artsy. Comprei as minhas na Netfarma por um precinho muito camarada!
A embalagem é bem gordinha e vem bastante produto. Para abrir é necessário apertar uma pequena alavanca e ao fechar, ela trava o produto. Para ser sincera, me parece uma embalagem frágil. Por incrível que pareça, ainda não derrubei as sombras para descobrir sua resistência! As sombras são extremamente aveludadas e esfarelam bastante.

A Clow é um vermelho bem aberto, dependendo da luz, pode parecer um rosa bem escuro. A pigmentação é ótima, mas perde um pouco de sua intensidade ao esfumar. Adere bem à pele e resiste bem – se sobreviveu após uma coreografia de quase 10 minutos, passou no teste! É uma cor que se destaca tanto na pele clara, quanto na escura. A Clow já apareceu no tutorial da maquiagem Inspirada no Nascer do Sol.
Com Bee eu tenho uma relação de amor e ódio. É uma cor linda e bem pigmentada, só que depois do esfumado ela perde toda sua intensidade. Fica muito clarinha! Não consegui segurar a cor nem com um primer de olhos. No meu braço dá para ver que ela fica bem esfarelada e com pouca cor por baixo. O tom da minha pele não ajuda a destacar a cor, mas isso também aconteceu com as meninas morenas e negras quando as maquiei pro espetáculo. Na hora de esfumar a cor sumia, mesmo com o primer. É uma sombra que vai ficar discreta, assim como no meu tutorial de aniversário.

No final das contas, não me arrependo da compra. As sombras são as mais aveludadas que eu tenho atualmente, é uma delícia aplica-las. A Clow é um pouco melhor do que a Bee, mas ambas dão um acabamento lindo à uma maquiagem simples. Garanto que esse ano teremos muitas maquiagens coloridas por aqui!

Você já experimentou sombras Duda Molinos? O que acha delas?

Até mais!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Esmalte da Semana: Hot Coral (Sephora)

Oiê!
Normalmente não escolho a cor de esmalte por causa da cor da roupa, só em ocasiões específicas. Ano passado resolvi fazer isso para o Natal e decidi passar um esmalte da mesma cor da roupa. Nunca fiz isso de maneira proposital, mas às vezes é bom sair um pouco da zona de conforto! No meu aniversário eu ganhei um vestido coral lindo e o guardei especialmente para a noite do dia 24. Olhei minhas caixinhas de esmalte e escolhi um coral bem próximo do tom do vestido, o Hot Coral da Sephora. Obviamente ninguém deve ter percebido que eram do mesmo tom, mas eu fiquei feliz com minha escolha!
O Hot Coral veio no set de cinco esmaltes de Sephora que comprei durante a semana da Black Friday. Ele é o segundo que uso, o primeiro foi o Sugar Coated. A embalagem de todos é ovalada, bem estreita, a tampa é de mesmo tamanho e dentro do vidrinho vem uma bolinha metálica para que o esmalte não decante. O pincel, apesar da haste curta, é achatadinho e ótimo para aplicar. O Hot Coral é um coral puxado para o pink, quase não enxergo tons de laranja nele. Sua fórmula é muito boa.
Passei duas camadas e finalizei com top coat Color Show (Maybelline). A secagem foi rápida e não apareceram bolinhas. A duração não foi tão boa...os primeiros desgastes apareceram no segundo para o terceiro dia (quando tirei as fotos) e depois disso ele descascou bastante. Quando fui trocar de esmaltes, muitas unhas já estavam com metade do esmalte descascado.
O Hot Coral é um esmalte bonito, mas dá para achar substitutos nacionais tranquilamente. Gostei bastante e pretendo usar mais vezes, quero testar de novo a duração. De uns anos para cá, o coral começou a fazer sucesso e hoje dá para encontrar esmaltes, roupas e sapatos de diversos tons da cor. Eu, particularmente, tenho um pouco de birra da cor, pois muitas vezes me ofereciam produtos coral falando que eram laranja. É o seguinte, coral não é laranja e tenho dito!

Você já experimentou o Hot Coral?

Até mais!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Tutorial inspirado no BB-8

Oiê!
Assim que cheguei do Rio, fui direto para o cinema assistir Star Wars – O Despertar da Força. Eu estava muito ansiosa para assistir, acho que foi uma das estreias que mais esperei no ano passado. É lindo quando o Han Solo fala pro Chewbacca: “Chewie, estamos em casa!”. Tá, essa cena já estava no trailer, mas continuou emocionante no filme! Sai do cinema desesperada para ver o próximo episódio, mas para a tristeza dos fãs, o episódio IX só será lançado em maio de 2018. Sim...dois mil e DEZOITO! Acho que não vou cansar de falar de Star Wars até lá e sei que a maioria dos fãs também não. É por isso que o tutorial de hoje é inspirado na saga, mais precisamente no novo robozinho que conquistou o meu coração e o de muita gente. É, o tutorial dessa semana foi inspirado no BB-8, O droide mais fofo de toda saga (sorry R2-D2) e para melhorar, ele é laranjinha! Como eu não tenho um BB-8 para pôr na sala, vou ficar com esse tutorial (por enquanto)! Vem conferir!
Usei os seguintes produtos para preparar a pele:
- BaseSuperstay 24h, cor Classic Ivory Light (Maybelline)
- Corretivo de Alta Cobertura, cor 01 (Quem disse, Berenice?)
- NaturalBronzer, cor 021 Sun Light (Rimmel)
- Pó Iluminador Facial, cor 02 (Dailus Pro)
- Blush,cor Rose Éclat (Bourjois)
- Lápis de sobrancelha, cor Cinzel (Quem disse, Berenice?)
Clique aqui para ampliar o tutorial.
Nos lábios realcei ainda mais o laranja com o batom caneta Laranjerê (Quem disse, Berenice?).
E esse é o resultado final!


Até tentei fazer o cabelo da Rey, mas meu cabelo está muito repicado...
Como é uma maquiagem inspirada, me permiti exagerar um pouco. Por isso a sombra branca avança até o ossinho do nariz e a laranja quase alcança a sobrancelha. O interessante é que a combinação de cores (branco, cinza e laranja) é ótima, com elas é possível criar muitas maquiagens diferentes, para o dia ou noite. A sombra branca pode ser chocante no começo, então para se acostumar você pode comer usando-a como sombra iluminadora no cantinho interno.

Fazia tempo que eu não elaborava tutoriais inspirados, vou tentar fazê-los com mais frequência! É tão legal!

Você tem alguma sugestão de inspiração para um próximo tutorial?

Até mais!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

De Malas Prontas: Rio de Janeiro

Oiê!
Em dezembro do ano passado, ou seja, 2 semanas atrás, eu e o André fomos passar alguns dias no Rio de Janeiro. Não conhecíamos a cidade, então foi bem legal explorar alguns dos principais pontos turísticos juntos. Sabíamos mais ou menos o que queríamos ver, mas não montamos um planejamento diário. Ficamos quatro dias e meio na cidade e conseguimos fazer tudo o que queríamos. No “De Malas Prontas” de hoje vou contar um pouco mais do nosso roteiro e o que eu achei da cidade maravilhosa!
Chegamos no Rio dia 18 lá pelas 9:00, como descemos no Santos Dumont fomos a pé até a estação de metrô mais próxima (Cinelândia). Descemos na estação Siqueira Campos e caminhamos até o hotel. Apesar das obras na região do aeroporto dificultarem um pouco nosso trajeto a pé, chegar ao hotel foi bem tranquilo. Ficamos no Benidorm PalaceHotel, em Copacabana. Um hotel mais antigo, com quartos enormes com direito à uma pequena sala de estar (nos quartos mais simples). O check-in estava previsto para às 13:00, mas como nosso quarto estava pronto, entramos umas 10:00.

O dia estava lindo com o céu bem azul e quase nenhuma nuvem. Fomo direto para o Cristo! Pegamos uma van em Copacabana que nos deixou praticamente nos pés do Cristo. Demorou um pouco para subir todo corcovado, mas valeu a pena! Depois da van, optamos por continuar subindo pelas escadas, assim é possível apreciar a vista. Quando chegamos ao final caiu minha ficha de que o Cristo Redentor é enorme! É claro que eu sabia disso, mas ao vivo me deixou muito impressionada! Uma das coisas chatas de lá é o número de pessoas que dificulta um pouco para aproveitar o local. É muita gente, algumas um pouco mal-educadas, tudo para tirar uma selfie com o Cristo. A vista da cidade é muito bonita, conseguimos ver vários pontos que iríamos visitar.
Acima: No Cristo Redentor. Abaixo: No morro da Urca e Pão de Açúcar.
Voltamos para Copacabana e resolvemos almoçar, como não conhecíamos nada foi um pouco difícil decidir. No final, escolhemos o restaurante Rian, que ficava perto do hotel. Depois do almoço passamos no hotel para planejarmos nosso próximo passeio – O Pão de Açúcar!

Pegamos um ônibus (por falar nele, as linhas são muito confusas para quem não está acostumado) e descemos quase em frente à estação do bondinho. Foi muito rápido! Não pegamos fila para comprar os ingressos e quando percebi eu já estava dentro do famoso bondinho. Ai que as coisas complicaram um pouco...tenho medo de altura, então fiquei com muito medo, não consegui ficar tão perto das janelas, não olhei para baixo e fiquei o tempo todo me segurando. Então saímos da praia vermelha, pegamos o bondinho e descemos no morro da Urca. Demos a volta no morro e tiramos fotos maravilhosas. Quando me recuperei por estar em terra firme, continuamos nosso passeio e pegamos o bondinho até o Pão de Açúcar. Compramos algo para beber e ficamos sentados apreciando a vista. São momentos que vão ficar na minha memória! Uma das coisas que mais gostei do Morro da Urca e do Pão de Açúcar foi que ele é bem mais tranquilo do que o Cristo. Tinha bastante gente por lá, mas como o espaço é maior as pessoas ficam mais espaçadas. Se eu tivesse que escolher entre o Cristo e o Bondinho, eu ficaria com a segunda opção!

Para voltar ao Hotel, tentamos pegar o ônibus, mas passavam todos menos o que precisávamos. Então decidimos ir andando! Acho que levou uns 40 minutos, foi bem tranquilo! Para o jantar optamos por uma salada do restaurante Balada Mix – gostamos e voltamos mais uma vez!
No Arpoador e Ipanema ao fundo.
No dia seguinte resolvemos passear nas praias. Caminhamos de Copacabana até Ipanema e depois até o Leblon. Ficamos a manhã toda caminhando com direito à água de coco e um mergulho nas cristalinas águas do mar de Ipanema. Na caminhada de volta, começamos a sentir muita fome e o calor nos desgastou muito. Normalmente aguentaríamos voltar, mas decidimos que era melhor tentar achar um pouco de sombra. Começamos a andar pela cidade ao invés do calçadão e quando achamos uma estação de metrô, não pensamos duas vezes! Depois de um banho revigorante, fomos atrás de um restaurante para almoçar. Pedimos no hotel uma sugestão de restaurante de frutos do mar e nos indicaram O Peixe Vivo. Nos disseram que era próximo do hotel, mas tivemos que andar mais uns 20 minutos com muita fome!

Durante a tarde, caminhamos um pouco mais pelo calçadão de Copacabana e quando começou a anoitecer fomos tomar chopp, escolhemos o restaurante La Maison, que fica de frente para o mar. O clima estava ótimo para beber e comer uns petiscos, ou melhor, três tipos de camarão! Nos dois dias seguintes tomamos lá.
Jardim Botânico e suas Palmeiras Imperiais
Escolhemos ir ao Jardim Botânico no terceiro dia. Fomos de ônibus e descemos na porta do Jardim. Passamos uma manhã maravilhosa! O Jardim Botânico é bem grande e está bem cuidado. Eu esperava passar pelas palmeiras imperiais logo na entrada, mas despois descobri que há uma entrada nova e só a antiga é que dá direto nas palmeiras. Quando chegamos nas palmeiras, fiquei encantada, elas são lindas! Ao lado do Jardim fica o museu do meio ambiente, porém não havia exposição nesse dia.

Voltamos para Copacabana de ônibus e descemos perto do Forte de Copacabana. Almoçamos no Pigalle, que fica praticamente em frente. Passamos a tarde no forte, onde fica o Museu Histórico do Exército. A vista do forte e em cima da cúpula dos canhões é bonita, porém a estrutura de guerra por trás é chocante. Era uma tecnologia muito avançada para a época que deve ter custado milhões. Além disso, há uma parte dedicada aos presidentes militares, onde são exaltados e apenas as “benfeitorias” são mostradas. O museu tem uma parte dedicada ao Duque de Caxias, mostrando sua história. No final na visita entramos na Confeitaria Colombo que fica dentro do forte. A parada valeu mais pela história da confeitaria, pedi um pastel de nata com sorvete (Torre de Belém), só que o pastel não era muito bom.
Perto do forte de Copacabana encontrei um velho amigo!
No nosso último dia completo no Rio visitamos o Maracanã. Ir de metrô é uma ótima opção, visto que a estação fica na porta do estádio. Optamos pelo passeio não-guiado e foi uma boa escolha. A visita guiada acontece a cada hora, mas dá para fazer a visita por conta em 20 minutos. Não sou fã de futebol, então não foi uma vista que me impressionou e o André achou que o estádio estava muito frufruzento. Saindo do Maraca, caminhamos em direção ao Paço da Quinta da Boa Vista, onde fica o Palácio de São Cristóvão que abriga o Museu Nacional UFRJ. No museu há exposições sobre a arqueologia pré-colombiana, Egito antigo, etnologia indígena brasileira, evolução, meteoritos, arqueologia mediterrânea e brasileira, dinossauros e paleontologia. Parece uma grande mistura né?! Mas na verdade muitos dos itens expostos pertenciam à família real. Inclusive descobrimos uma história curiosa, D. Pedro II tinha uma múmia em seu escritório e durante uma tempestade o sarcófago e quebrou. Tentaram consertar de maneira ineficaz e esse sarcófago está exposto junto com outras múmias que foram dadas à realeza. Esse palácio na verdade era uma casa que foi doada ao Príncipe Regente D. João VI quando ele chegou ao Brasil com a família real (1808). A casa foi reformada e se tornou a primeira residência real no Brasil. Da estrutura original só restou a parte externa e uma sala, onde estão os itens da realeza. O restante foi reformado após a proclamação da república e alguns anos depois se tornou museu nacional.
Acima: Jardim Botânico e a vista do Forte de Copacabana. Abaixo: Maracanã e o Palácio de São Cristóvão.
Pegamos o metrô e fomos para o centro. Antes de continuar o passeio paramos para almoçar. Comemos no GaletoLiceu e foi bem interessante, pois o restaurante não tem mesas e sim um largo balcão e os garçons ficam para dentro, como antigamente. Depois do almoço caminhamos até os arcos da Lapa e, em seguida, até o Teatro Municipal. Voltamos para o hotel de metro, deixamos tudo no quarto e fomos até a praia dar um mergulho refrescante. Terminamos o dia bebendo chopp e petiscando camarões!

Nosso voo saia às 14:00, então aproveitamos nossa última manhã na praia. Mais uma vez deixamos tudo no hotel e fomos para Copacabana sem preocupação! Voltamos para o hotel, fizemos o check-out e num piscar de olhos estávamos em São Paulo! O voo é muito rápido, mal o avião decola e o procedimento de pouso se inicia!

O Rio é uma cidade com paisagens bonitas, em contrapartida é malcuidada em alguns lugares. O calor beira o insuportável e olha que eu amo passar calor! Lá é tão abafado que cheguei a passar mal, o ar condicionado é essencial na cidade. Sobre os restaurantes, eu optei por não entrar em muitos detalhes, mas no geral o custo-benefício não é dos melhores. É uma cidade cara e o trânsito é bem pesado. Moro em São Paulo e o trânsito daqui é ruim, mas o trânsito carioca é muito maluco!

A cidade está preparada para receber turistas estrangeiros. Se bobiar, é a cidade turística do Brasil mais bem preparada. Ipanema, sem dúvidas, se tornou minha praia favorita das que visitei. O Jardim Botânico é lindo, vale uma visita sempre que possível. Acho que estes foram meus pontos favoritos dessa viagem!

Você conhece o Rio? Qual seu lugar favorito de lá?
Até mais!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Cidadeando: Atividade Física é saúde!


Hoje vou responder a segunda pergunta do planejamento para começar a trabalhar de bicicleta: Como está meu preparo físico?

Pedalar na cidade exige um pouco de preparo físico.

A sugestão é simples para quem está iniciando, pedalar em um ritmo suave e com o tempo (e melhora do condicionamento físico) pode ir aumentando a intensidade.

Na atividade física é importante dar um passo de cada vez e o autoconhecimento é fundamental.

Com atividades físicas seu corpo responde melhor e sua saúde melhora. Sugiro alguns passos para iniciar de maneira saudável a atividade física.

1.       Faça seus exames médicos, veja se está tudo bem com o coração e se não tem nenhuma limitação física para praticar esportes.

2.       Faça uma avaliação física, descubra como está seu condicionamento, qual sua frequência cardíaca ideal, como está sua postura corporal.

3.       Procure um especialista em educação física e elabore um treinamento de condicionamento físico.

4.       Um especialista em nutrição também ajuda. Uma alimentação melhor ajuda no seu dia à dia.

Lembre-se, pedalar pela cidade não é uma corrida. Respeite seus limites, entenda seu corpo.

Meu processo com a atividade física foi gradual, comecei à 2 anos e meio atrás, estava sedentário e não praticava nem caminhada. Escolhi um esporte que achava interessante e passei a praticar esgrima 2 vezes por semana. Sob orientação passei a melhorar meu condicionamento físico e também ajustei minha alimentação.

Meu corpo passou a responder melhor. Senti muita mudança no meu desempenho físico e mental.

Aos poucos fui aumento a quantidade de exercícios e em seguida passei também a fazer natação e musculação.

Existe um mito de que a musculação serve apenas para ficar “bombado”, o que é uma mentira. Se você conversar com seu professor e explicar seus objetivos ele vai te passar o treinamento adequado. A musculação é fundamental para melhorar seu desempenho e evitar lesões.  Claro tem pessoas que se importam com a finalidade estética, mas não necessariamente essa precisa ser sua preocupação. Definitivamente não é a minha!

Quando decidi ir trabalhar de bicicleta, parei a natação. Foi uma questão de ajuste de tempo. Hoje vou 3 vezes por semana de bicicleta para o trabalho, 2 vezes por semana fazer preparação muscular na academia e aos sábados pratico esgrima.

Ressalto mais uma vez que foi uma coisa gradual, não foi da noite para o dia e ter isso em mente é fundamental para não perder a motivação.

Um abraço.

Marque suas fotos com #PerspectivaLaranja e apareça por aqui!