Oiê!
Hoje vou contar um pouquinho
sobre a série Orphan Black, da BBC America. Quem me indicou foi minha melhor
amiga Thaís, que me disse que eu iria gostar. Não deu outra, comecei a assistir
e não consegui parar até terminar as temporadas disponíveis do Netflix. Nada mais
justo do que falar de uma série protagonizada por mulheres fortes no dia
internacional da mulher!
Sinopse: “Orphan Black
acompanha a vida da órfã Sarah. Depois de testemunhar o suicídio de uma mulher,
Sarah assume a identidade da estranha, a qual se parece muito como ela. Ao
invés de resolver todos os seus problemas limpando economia da mulher morta
como esperava, Sarah entra de cabeça em um mistério caleidoscópico quando ela
percebe a verdade estonteante: ela e a mulher morta são clones. Conforme Sarah
procura respostas, ela descobre o fato assustador de que existem mais pessoas
como ela lá fora - indivíduos geneticamente idênticos que foram implantadas em
pais biológicos desavisados e criadas em circunstâncias completamente
diferentes. Sem ideia de quem criou os clones, ela vai precisar para descobrir
a razão rapidamente, enquanto um assassino está matando os clones um a um.”
A série está na sua quarta
temporada (estreia no Estados Unidos em abril desse ano) e as duas primeiras
estão disponíveis no Netflix.
Orphan Black conseguiu me
surpreender do começo ao fim. Cada episódio me fazia pensar em uma teoria
diferente (acertei algumas!). Além de uma história bem contada, a atriz Tatiana
Maslany tem uma atuação bárbara – ela interpreta todos os clones e para cada um
a interpretação é completamente diferente. Cheguei a um ponto em que eu me esquecia
de que era a mesma atriz! Outra coisa que gostei da série foi como eles
exploraram os clones, como a criação e a nacionalidade afeta a personalidade
delas.
Não curti muito a segunda
temporada, achei que se arrastou um pouco e forçaram a barra. Por outro lado,
essa mesma temporada trouxe algumas respostas importantes, como o fato da Sarah
poder engravidar ao contrário de suas “irmãs”, coisa que me deixava bem
intrigada. Quem está por trás deste experimento (com grandes problemas éticos)
são pessoas poderosas e elas não vão deixar as mulheres investigarem isso muito
a fundo. Em um determinado momento essas pessoas se veem obrigadas a liberar
mais informações sobre os clones e os experimentos, mas isso não quer dizer que
os problemas delas estão resolvidos. Até agora não se sabe o número exato de
clones espalhados pelo planeta e nem sei se saberemos disso algum dia!
Todas as mulheres têm
personalidades fortes e diferentes entre si, juntas elas se completam. A série
respeita a individualidade de cada uma, explora suas fraquezas, dúvidas e
incertezas, mas sem torna-las fracas. Orphan Black passa longe do clichê “achei minha gêmea perdida, vamos ficar
juntas”, ao contrário, as personagens percebem que precisam ficar unidas
para sobreviver e superar a loucura que suas vidas se tornaram.
É difícil falar da série sem
entregar muitas coisas! Preferi falar bem por cima, apenas para te dar vontade
de assistir. É uma série curta, tem 10 episódios por temporada, vale a pena!
E você já assistiu Orphan Black?
Até mais!




