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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Televisando: The Crown

Oiê!
Em novembro do ano passado a Netflix arrasou de novo com o lançamento da série The Crown. A série é uma biografia da Rainha Elizabeth II e a história começa a partir do casamento da, então princesa, com o Philip (hoje príncipe consorte) em 1947. A série mostra um pouco como o rei George IV preparou a Elizabeth para assumir o trono e o quanto ela teve que se impor ao se tornar rainha aos 25 anos.
Eu adoro histórias da realeza britânica, acho que eu seria uma daquelas pessoas fanáticas que morasse por lá! Eu sempre acho muito interessante entender como a realeza funciona, gosto de ler, entender quem é parente de quem – afinal a realeza europeia é praticamente uma só. A série me propôs uma visão bem diferente de tudo o que eu já tinha assistido sobre a família. The Crown foca bastante na pessoa Elizabeth e não apenas a rainha, ela mostra que existem duas pessoas e como a rainha começou a lidar com isso diariamente.
A série também mostras bastante a postura do príncipe Philip, um playboy com muita dificuldade em aceitar que sua mulher e seus filhos não podem ter o seu nome e que ele deve viver sempre alguns passos à trás da Elizabeth. Isso é uma situação que o deixa muito frustrado, pois foge do padrão familiar comum à época. É muito legal ver como a Elizabeth vai aceitando sua posição de rainha e se impondo.
Outra coisa muito legal é quando a rainha percebe que a educação que ela teve a vida toda não a preparou para ser uma governante e sim uma “donzela”. E quando ele percebe isso, é o momento que ela compreende que ela deve mudar de postura e se preparar melhor. É ai que ela começa a se tornar a Rainha Elizabeth que conhecemos hoje.
É uma série fascinante e muito bem feita – até acho que justifica ser a série mais cara até hoje. Estou bem ansiosa para a segunda temporada, quero continuar acompanhando a trajetória da rainha, ver como ela foi se transformando no que é hoje!

Super recomendo!

Você já assistiu? Me conta o que achou!

Até mais!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

De malas prontas: Portugal

Depois de 15 dias viajando, chegou a hora de ir para a terrinha, finalmente fomos conhecer Portugal! Se você ainda não leu sobre as outras paradas da viagem, os posts estão aqui: Londres, Paris e Roma.

Saímos de Roma pela manhã e chegamos em Lisboa depois do almoço, já havíamos reservado o carro na Europcar, então foi só pagar a reserva e sair com o carro! Fomos direto para o hotel, fizemos o check-in e fomos explorar Lisboa!

Andamos à pé do hotel até o Castelo de São Jorge, chegamos lá no por-do-sol. A cidade tem muito sobre e desce, mas tem calçadas muito boas para caminhar. Para chegar no castelo foi preciso subir trocentas escadas, mas vale a pena! A vista é linda! O castelo é da época dos mouros, todo construído em pedra, pode andar pelas muralhas e dentro tem um pequeno museu. O legal mesmo é andar pelas muralhas, porém é um pouco perigoso, por serem construções muito antigas, não tem muita segurança, por eu ser uma pessoas muito estabanada, em algumas partes preferi não subir. São escadas de pedra, muitas vezes bem ingrimes e sem corrimão - surreal! A experiência foi muito legal!

Depois continuamos andando pelo centro, jantamos em um restaurante de brasileiros, onde eu resolvi comer uma feijoada com picanha, cara, eu realmente estava precisando de uma comida assim! Não como peixe, então não tive nenhum problema em recusar um bacalhau português!
Castelo de São Jorge
No dia seguinte, saímos cedo e pegamos a estrada, fomos até Fátima, o que levou umas 2:30. Só que quando chegamos lá, percebemos que deixamos a carteira com todo nosso dinheiro em papel no hotel de Lisboa. Ficamos desesperados! Tentamos pedir informações para saber como ligar para Lisboa, o atendente do restaurante disse para irmos na companhia telefônica, só que lá não tinha ninguém para atender. Minha solução foi entrar em um hotel e pedir ajuda. Contei a história e a dona nos ajudou, falei com o hotel de Lisboa e realmente a carteira estava lá, então teríamos que voltar para Lisboa. A dona do hotel não nos deixou sair sem almoçar por lá, comemos muito bem, a comida estava ótima, não tínhamos como agradecer pela ajuda dela.

Voltamos para Lisboa, pegamos a carteira e voltamos para Fátima. ficou meio corrido, infelizmente! Pagamos o almoço que a dona do hotel nos ofereceu, visitamos o santuário e compramos souvenires. Foi tudo muito rápido pois ainda iríamos para Porto.

Foram mais umas 2 horas de viagem, chegamos por lá no final da tarde. Fizemos o check-in no hotel e fomos passear. Pegamos o metro e chegamos na ponte de Porto que foi construída pelo Eiffel, sim aquele mesmo cara de construiu a Torre em Paris! Não preciso dizer que a vista também é linda! Continuamos andando pela cidade até o monumento de Dom Pedro IV (o nosso Dom Pedro I), a estátua fica em uma praça e em volta há vários restaurantes, escolhemos um para jantar! Comemos alheiras, queijos e um bom vinho verde, típico da região.
Fátima e a ponte prima da torre Eiffel
Na manhã seguinte pegamos a estrada novamente, a programação do dia era bem apertada! Fomos até Mirandela, nossa primeira parada e onde almoçamos. É uma cidade pequena no interior português, próxima de onde nossas avós nasceram. Comer por lá é muito barato e os pratos são bem servidos. Ficamos só para almoçar e conhecer o monumento à geografia, como meu marido é geógrafo, não podíamos deixar de passar por lá.

De volta à estrada, fomos até amendoeiras, uma pequena vila onde a avó do meu marido nasceu e cresceu. Atualmente a estrada passa no lugar onde ficava a casa da família. Depois fomos até Quintela de Lampaças, onde  minha avó nasceu. Infelizmente, as vilas são como cidades-fantasmas. Apenas as pessoas mais velhas continuaram, as novas gerações se mudaram para outras cidades ou de país. São vilas muito pequenas, com casas e agricultura, não tem comércio nem nada do gênero.

A penúltima parada foi praticamente na divisa de Portugal com a Espanha, a última vila que visitamos foi São Joanico, onde o avô e a família do meu marido viveu. É uma vila assim como as outras que visitamos, porém ela está preservada! A "atração" principal da cidade é a ponte românica, que continua intacta. É um lugar que parou no tempo! Me senti em um cenário de novela de época! Sério! Enquanto andávamos pela ponte, encontramos uma senhora que logo perguntou se éramos brasileiros, conversamos por um tempo e descobrimos que o marido dela era primo do avô de meu marido. Nos convidaram para tomar um lanche e nos contaram um pouco sobre a vila. Por mais que as novas gerações tenham se mudado dali, sempre que possível eles voltam para a vila, continuam organizando a festa do padroeiro (São João) e o governo português incentiva alguma vilas para que mantenham a agricultura e cultura do local. É bem interessante! Boa parte do que comemos na casa dos primos era feito lá, tudo fresquinho e saboroso!

Depois pegamos a estrada para chegar em Bragança, onde iriamos dormir. Para chegar lá, fomos até a Espanha e voltamos para Portugal, era o caminho mais rápido pois poderíamos usar a autoestrada.
Em cima: Mirandela e Amendoreiras (onde ficava a casa), Em baixo: Quintela e São Joanico
Bragança é uma cidade relativamente grande e para onde uma boa parte das pessoas que moram nas vilas se mudam. É próxima e tem boa estrutura. De noite passeamos no shopping, pequeno, mas ainda sim um centro comercial da região. Na manhã seguinte fomos conhecer o castelo de Bragança, menor do que o Castelo de São Jorge, mas tão antigo quanto. Também com pouca infra-estrutura e quando fomos estava chovendo, então todo cuidado era pouco, pois as pedras estavam bem escorregadias. Saímos do castelo e fomos para Braga, onde eu apenas fui no shopping, eu precisava fazer comprinhas e tinha uma Primark lá, fiz a festa! Sei que poderíamos ter visto muitas coisas por lá, mas a vontade de comprar foi maior...
Castelo de Bragança
Dormimos em Braga e depois seguimos viagem para Lisboa. Conhecemos o museu marítimo e a Torre de Belém. Deixamos o carro no hotel e fomos de ônibus para o museu. A torre era muito perto, então fomos andando. Reservamos o dia para comer o famoso pastel de Belém, e vale a pena, ele é muito muito muito bom!! Me arrependo de não ter comprado mais!!
Torre de Belem

Mais Torre de Belem

Vai um pastel ai?!
E lá se foram 5 dias em Portugal, mas a viagem ainda tinha mais uma parada em solo português! Devolvemos o carro e pegamos o avião para irmos até a Ilha da Madeira, onde meu avô nasceu.

É um lugar lindo, de céu azul, mar mais azul ainda e as praias são de pedras. Ficamos 2 dias e tiramos esses dias para repor as energias, até fiz uma massagem! Almoçamos num shopping perto do hotel pois ainda não tinha dado o horário do check-in, mas depois ficamos na piscina sem fazer nada, só observando a paisagem, as águas calmas... Vida chata né?!
Funchal, na Ilha da Madeira
Ainda deu tempo de passear pelo centro, mas infelizmente era domingo e muitas coisas estavam fechadas. Fomos andando até o centro, mais ou menos uns 40 minutos de caminhada. Para voltar, pegamos o ônibus pois já estava anoitecendo.

Para a janta, comemos no quarto do hotel, que tinha cozinha. Compramos algumas coisinhas no mercado e preparamos. O restaurante do hotel já estava fechado e se fossemos até o centro não conseguiríamos ônibus para voltar. Devíamos ter comido antes de voltar para o hotel...

Na manhã seguinte, fomos na praia passear, é meio difícil andar em uma praia de pedras, não é muito estável, mas o barulho das ondas levando as pedras é muito relaxante! Era nosso último dia na Ilha e de viagem, queríamos aproveitar cada momento! De tarde passeamos pelo centro novamente e de noite jantamos a comida típica da região: Espetadas, milho frito e bolo de caco com manteiga d'alho. No nosso português, espetinho, polenta e pão de alho!!
Praia de pedras
Mal pudemos dormir, para falar a verdade, eu não consegui. Na manhã seguinte acordamos às 3:00 da manhã para irmos até o aeroporto, nosso vôo para Lisboa saia às 5:00. Pois é, a viagem tinha acabado, chegamos no Brasil e finalmente fomos para o nosso apartamento.
Não, não acaba! Quero começar tudo de novo!
Gostei muito de conhecer Portugal, bom para passear, ótimo para comer, principalmente no interior. Espero voltar a Portugal para conhecer melhor Lisboa e Porto e visitar o sul. Tem muita coisa legal para conhecer! Andamos muito de carro, mas em Lisboa e Porto usamos o transporte público, em ambos lugares muito eficientes. Comer não é caro e as porções são bem generosas. Falar a língua facilita muito, pois você se sente mais confortável.

Quanto à Ilha, lá é um pouco diferente. Apesar de ser território português, muitos europeus vão para lá passar as férias, europeus cheios de dinheiro. As coisas por lá são bem mais caras e tudo é voltado para o turismo. Uma situação que achamos muito estranha foi quando passamos pela recepção do nosso hotel, falamos em português (óbvio) com a recepcionista e ela pediu desculpas por não falar português... Sim, ela não falava português. É como ir ao nordeste brasileiro e os funcionários do hotel não falarem português. Isso mostra que tudo é voltado para o turismo europeu. Não preciso nem falar que as tradicionais rendas da ilha são caríssimas... Eu ainda gostaria de passar mais tempo na ilha, conhecer a região que meu avô nasceu, da onde minha família vem. Quem sabe um dia?!

E essa foi minha lua-de-mel! Simplesmente perfeita! Conheci lugares que sempre sonhei, mas não achei que fosse conhecer tão cedo. Além disso, a viagem toda despertou a vontade de conhecer mais lugares. Nunca tinha feito uma viagem dessa maneira, e adorei! Não vejo a hora de planejar a próxima!!

Assim, na verdade meu marido já tem uma viagem toda planejada, só não sabemos quando ela vai acontecer, mas quando der certo, ela será muito legal!!

See Ya!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

De malas prontas: Roma

E chegamos na terceira parte da Lua-de-Mel. Recapitulando, passamos por Londres e Paris e chegamos em Roma. Dessa vez viajamos de avião e o vôo atrasou muito! A viagem de trem foi muito mais fácil e rápida! O plano inicial era chegar em Roma no final da tarde, porém chegamos de noite. No aeroporto pegamos um trem que ia para a estação mais próxima do hotel, de lá fomos à pé, o que não foi uma tarefa simples por causa das calçadas.

Ao chegarmos no hotel, ficamos um pouco chocados, era  um portão grande, que dava para uma vila com vários prédios pequenos, era tipo um cortiço. O hotel ficava em um andar de um dos prédios, lá também tinha escritórios de advocacia, moradores, etc. Nosso quarto tinha uma sacadinha, só que ela dava para o centro do prédio, era tipo uma sacada comunitária, achei meio estranho, meu marido achou charmoso.

Era tarde e estávamos com fome, por sorte em baixo do hotel, na rua, tinha um restaurante, comemos lá mesmo. A pizza era boazinha, mas sei lá, estávamos cansados da viagem...

No dia seguinte, já mais descansados, começamos a maratona novamente! A primeira coisa que fomos conhecer foi o Coliseu, o Forro e o Palatino, Estava bem cheio, mas como já tínhamos os tickets, não pegamos fila. As ruínas são impressionantes, pelo tamanho, pelo estado, não sei descrever a sensação. É muito antigo, muito rico, é muita história em um mesmo lugar!
Coliseu, Forro e Palatino

No melhor estilo propaganda da Coca-Cola Italiana!
De tarde, andamos pela cidade, eu queria muito conhecer a Fontana de Trevi, queria muito jogar a moedinha, só pensava nisso, andamos até lá e...
Fué, fué, fué, fué, fuééééééé....
Sim, a fonte estava fechada para reforma, Dava para andar em uma passarela bem no meio da fonte, mas não dava pra jogar moedinha, nem tinha água... Fiquei decepcionada. Depois andamos pela cidade, fomos no Monumento de Vittorio Emmanuelle (onde tem uma vista linda da cidade), andamos pela Via del Corso para fazer comprinhas e terminamos o dia na Piazza del Popolo.

Na manhã seguinte, não tínhamos nada planejado, então continuamos andando pela cidade. Fomos até Trastevere, mas não achamos nada muito interessante. Na parte da tarde fomos no Pantheon, fica bem cheio e a entrada é gratuita. Ela bem bonita, mas é muito cheia, o que acaba tirando o charme dela. Depois fomos conhecer uma série de praças, como a Piazza Navona e Piazza di Spagna. Todas tem uma fonte, mas não me animei em jogar moedinhas, eu queria ter feito isso na Fontana di Trevi.
Pantheon lotadão!
No outro dia, nós tínhamos planejado de ir ao Castelo de Sant'Angelo, que era um castelo de proteção do Vaticano, inclusive há um caminho que vai do Vaticano para o castelo, por onde o Papa passava caso fosse necessário se proteger. Ele fica bem na entrada do Vaticano. Andamos o castelo todo e o parque, foi bem legal, além disse a vista do topo do castelo para o Vaticano é bem bonita.
A vista e o castelo de Sant'Angelo

A basílica de São Pedro ao fundo
No último dia em Roma, fomos conhecer o Vaticano. A primeira coisa foi entrar no museu e para entrar a fila era gigantesca, mas como compramos os tickets com antecedência, não pegamos essa fila. Dentro estava cheio e o que mais atrapalha são as aglomerações formadas pelos turistas que optam pelos guias. Tirando isso, o museu do Vaticanos é bem rico, mas o ponto alto da visita, sem dúvidas é a Capela Sistina.

Antes de entrar na capela, somos informados que não é permitido fotos, porém várias pessoas tentam burlar essa regra, infelizmente. Além disso, o staff do museu fica falando no microfone que se deve fazer silêncio e que fotos são proibidas. Tirando isso, a capela é espetacular!! Seu cérebro sabe que é uma pintura, mas seus olhos discordam, fazem você duvidar. Não tenho como descrever, não adianta ver uma foto, seus olhos tem que ver isso ao vivo. A pintura é P-E-R-F-E-I-T-A demais!!
Basílica de São Pedro
Quando saímos do museu, depois do almoço, fomos até a Basílica de São Pedro, que fica do lado. A ideia era entrar, mas a fila era enorme e dessa vez não tinha ticket que resolvesse a situação, então optamos por ficar na praça.
A basílica e um charminho!
Ficamos 5 dias só em Roma, podíamos ter feito outro esquema, uns 2 dias em Roma e passear em outras cidades. Mas valeu, descansamos um pouquinho!

Bom, Roma não foi meu lugar favorito e nem superou espectativas, na verdade, eu esperava mais, Os italianos estão sempre tentando ganhar vantagem sobre os turistas (oi nordeste brasileiro), é muito assédio. Essa parte é bem desagradável.

Quanto à comida, essa foi a pior decepção. Imaginei que eu fosse comer a verdadeira massa da mama, com um molho bem temperadinho, mas não foi isso. Era uma massa de caixinha, com molho de caixinha. Nada impressionante. Massa fresca era difícil de achar. Além disso, a comida era cara, pelo custo benefício, em Paris comemos muito melhor. Também comemos a pizza, é boazinha, mas teve um dia que comemos uma de quatro queijos em um restaurante mais requintado, só que na descrição da pizza não falava tomate, então não veio, era massa e queijo (uma massa bem ruim). Há diversas taxas, inclusive se você comer dentro do restaurante, nas mesas de fora não tinham taxa. Uma dica que a namorado do meu cunhado nos deu (depois que voltamos) foi que na última vez que ela foi para Roma, ela ficou olhando onde os guias comem, saiu bem mais barato e a comida era melhor  #ficadica pra quem ainda vai!!

E essas foram as aventuras em Roma! Vamos seguir viagem? Bora pra Terrinha!!
See Ya!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

De malas prontas: Paris

Preparadas para a segunda parada da Lua-de-Mel??
Londres foi tão bom, e agora? Pegamos o Eurostar para irmos até Paris. Viajar de trem é muito legal, não precisa despachar mala, é rápido e confortável. Saímos de St. Pancras e fomos até Gare du Nord, foi rapidinho, olhávamos pela janela Londres e entramos no tunel, quando saímos, olá Paaariiiiis!

Chegamos de tarde e a primeira coisa que fizemos depois do check-in no hotel foi ir até a fnac mais próxima para comprar uma câmera nova. Nosso hotel ficava muito perto do Arc de Triomphe, era muito bem localizado! Nosso passeio por Paris começou no final da tarde, quando caminhamos até Montmartre. Chegamos no famoso Moulin Rouge antes do anoitecer e confesso que me decepcionei, eu tinha na cabeça algo como isso, tá, eu sei que isso é bem antigo, mas sei lá, pensei que era charmoso assim. Enfim, o Moulin Rouge é bem modernoso, cheio de posters e bastante luz.
Seguimos o passeio até chegar na Sacre Couer, pegamos bem o pôr-do-sol! Conhecemos a basílica, que é bem cheia, depois ficamos observando a cidade, é uma vista linda! Ficamos encantados com tanta beleza. Quando anoiteceu, voltamos para o Moulin, ai comecei a achar mais charmosa, o moinho fica lindo iluminado. Pegamos o metro e voltamos para o Arc de Triomphe, a Champs Élysées também é bem cheia! Tiramos umas fotos e fomos jantar na rua do hotel. Cara, o primeiro "meio" dia em Paris foi um MÁXIMO!!!
Ah Paris, vai falar que a vista lá da Sacre Couer não é maravilhosa?! E o Moulin Rouge tem seu charme! O Arc de Triomphe também é lindo e olha só que vista "chata" eu tinha do quarto do hotel! Me senti dentro de um filme!!
No segundo dia, acordamos cedo e passeamos pelo Arc de Triomphe, andamos pela Champs e fomos no Museu de Armas, o museu é bem legal e é tem o mausoléu do Napoleão, é muita ostentação! O museu não fica cheio e dá para passar uma tempo agradável. Para chegar no museu você pode passar pela Pont Alexandre III, uma ponte linda, com uma vista maravilhosa para a Torre.
Torre vista da Pont Alexandre III.

Escultura de anjinho que fica na Pont Alexandre III.
De tarde andamos até a torre, nosso horário para subir até o topo era às 17:30, então passeamos no parque, tiramos fotos, tomamos sorvete e no horário marcados subimos até o andar do meio. Até ai, não pegamos fila. Como bons turistas, compramos o ticket que permite a subida até o último andar, e então a torre virou programa de índio. Ficamos 2:30 horas para conseguir subir. A fila dava volta no segundo andar inteiro. Ao chegar no último andar, você pode comprar uma taça de champagne (na taça de plástico) e admirar a vista. Mas é muita gente em um espaço relativamente pequeno. Particularmente, gostei mais da vista do andar do meio, além disse, morri de medo de andar naquele elevador - morro de medo de altura, então já viu né? Fiquei com o rosto escondido no peito do meu marido.
Como anoitece bem tarde nesse época, não conseguimos ver o pôr-do-sol na Torre, mas como tínhamos o ticket para subir no Arc de Triomphe, decidimos ver o pôr-do-sol lá. O Arc de Triomphe não tem muita coisa para ver, o legal é subir e ver a cidade, a parte complicada é que para chegar no topo você tem que subir intermináveis lances de escada circular. Mas ver o pôr-do-sol, a torre iluminada e a Champs, tudo lindo!
Na torre fazendo charme, a Champs vista de cima do Arc de Triomphe, as comprinhas que eu (não) fiz e a fonte na Place de la Concorde.
No outro dia, fomos conhecer o famoso Louvre. Passamos pela Place de La Concorde e chegamos lá. A fila era gigantesca, ficamos preocupados: Será que essa era a fila para quem já tinha o ingresso online? Nos informamos e entramos direto! No começo até que estava meio tranquilo, mas com o passar do tempo, todo mundo que estava na fila estava dentro, ai fica bem cheio. O museu é bem grande, não dá para ver tudo em um dia, mas o fato de estar bem cheio também atrapalha e acaba desgastando. Começamos pela parte do Egito antigo, Grécia e afins. Almoçamos por lá (e foi a pior comida que comemos em Paris) e depois fomos na parte de esculturas, o lugar era muito vazio, pois todo mundo queria ver as obras mais famosas. Acabamos ficando cansados e desistimos de passar a tarde toda lá, vimos a Monalisa e a Coroação do Napoleão e fomos embora.
Fizemos umas comprinhas e fomos conhecer a Catedral de Notre Dame, não entramos, só ficamos sentados na frente, admirando, descansando e aproveitando!
No museé du Louvre
O dia seguinte foi o dia ostentação! Pegamos o trem até Versailles. Já tínhamos o ingresso, mas a fila para entrar no Palácio era enorme, mas já estávamos preparados para isso, então fizemos o que vários blogs já tinham recomendado, começar pelos Jardins. Foi a melhor escolha! O que é aquele jardim?! Maravilhoso! E em algumas partes tinha uma trilha sonora, me senti nos filmes sobre a monarquia francesa. Não resisti e dei uma dançadinha!
Além de andar, também passeamos de barquinho pelo lago do jardim. Me senti uma princesa!!
E ai você está andando na rua e você vê esse pequeno palácio, Verssailes humilhando! Ao lado, as folhas secas que começam a cair nos jardins, bem típico de outono, que já estava chegando. Passeando no barco e ao lado o "cantinho" da Maria Antonietta.
O Palácio é surreal, é muita, muita ostentação. Entrar na sala dos espelhos é uma sensação inexplicável. Tudo muito rico em detalhes, muito ouro, muito brilho, muito tudo! É um lugar que eu gostaria muito de voltar!! Como entramos no Palácio de tarde, já estava bem mais vazio, embora ainda tivesse muita gente dentro, mas a fila do lado de fora estava vazia, entramos direto.
No final da tarde voltamos a Montmartre para fazer umas comprinhas e comi Macarons em uma doceria. Cara, não imaginei que fosse tão bom! Por aqui eu ainda não comi nenhum que seja tão gostoso quanto os de lá.
Falei que não resisti e sai dançando! No fundo está o lago que andamos de barco.
E então chegou o ultimo dia em Paris... Ah... Nosso último passeio foi na Disneyland Paris!! Disney é Disney, não tem jeito. Fomos nos dois parques, mas acabamos ficando mais no Disneyland Park, onde tem o palácio da Bela Adormecida. Me realizei quando ganhei a coroa! Só na Disney para você andar com uma coroa sem ninguém estranhar!
Where the dreams come true! 
O final de tarde é lindo, o castelo começa a ficar iluminado, o clima vai se tornando mágico e tudo caminha para o grande show no fechamento do parque. O show é emocionante, vale muito a pena esperar. Sentamos no chão e assistimos tudo de perto. Até o marido que não se anima muito com Disney recoheceu que os caras sabem fazer um show!!!
E a mágica estava só começando!
E isso praticamente foi Paris... Um lugar que vai ficar marcado no meu coração, por sua beleza, sua riqueza cultural, pela comida deliciosa, pelos vinhos, pelo momento... Paris... Paris... Sempre Paris!
Quanto aos custos de alimentação, não é barato, mas todas as comidas tem muita qualidade, o custo benefício acaba sendo bom. O ideal é procurar os "Plat du Jour", que nada mais é do que "prato do dia", normalmente os preços são mais baixos e sempre vem incluído a entrada (ou salada), o prato principal e a sobremesa (ou bebida - às vezes vem vinho). Se você quer experimentar vinhos e não quer gastar muito, vale a pena pedir o "Vin de la maison", o "vinho da casa", que tem um preço mais baixo, mas a qualidade continua incrível!
Fomos super bem tratados em todos os lugares, em nenhum momento fomos mal tratados pelos franceses, todos foram muito simpáticos e prestativos. O importante é tratá-los bem. Meu marido sabia falar em frânces que nós não falávamos nada, e todos nos receberam muito bem. Então guarde essa frase: "Pardon, je ne parle pas français"!!!
 meu status atual: Desejando muito ter um congresso na França!! Haha!!
Espero que vocês tenham se apaixonado por Paris como eu só por este post! E quem puder, recomendo muito essa viagem!

Próxima parada: Roma!
See Ya!!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

De malas prontas: Londres

A primeira parada da Lua de Mel foi em Londres. Pegamos um vôo de São Paulo até Lisboa, de lá fomos até Londres. Saímos do Brasil no dia 31 de agosto e chagamos na manhã do dia 1º em Portugal. Pousamos em Londres no final da tarde.

Para chegar no hotel, pegamos o Heathrow Express, lá no aeroporto mesmo (Heathrow Airport), fomos até Paddington. Andamos por uns 10-15 minutos e chegamos no hotel. O caminho foi super tranquilo.

No dia seguinte fomos no Natural History Museum ou Darwin Museum. Fiz uma selfie bem legal com o meu amigo Darwin e passamos toda manhã no museu. Almoçamos por lá também. A entrada é gratuita, então é legal chegar cedo.
No NHM - Selfie com o Darwin e a vista do segundo andar.
De tarde fomos de metro até o Big Ben e fomos à pé até o Palácio de Bunkingham, durante o percurso passamos pela Abadia de Westminster e pelo St. James' Park. Depois continuamos andando até a Natinal Gallery. Nesse dia aproveitei para andar na Oxford St, primeiro dia de comprinhas!! Terminamos o dia num pub inglês.
Destaque para o esquilo fofo que encontrei no St James' Park!!
Na manhã seguinte pegamos o barco e fomo até Greenwich, dava para ter ficado um dia inteiro, mas só reservamos a manhã para o passeio. Pegamos o barco de volta, descemos perto do Big Ben e fomos até a Abadia, dessa vez nós entramos e fizemos a visita com o audioguia em português de Portugal.
No Prime Meridian!
Mais um dia em Londres e nós fomos até Leavesden conhecer o Studio Tour da Warner - The Making of Harry Potter! Pirei! Cresci lendo Harry Potter, assisti os filmes (continuo preferendo os livros), mas ver tudo e pertinho é emocionante. Tirei milhões de fotos, me diverti, tomei cerveja amanteigada (que por sinal é bem estranha. É amarga e doce, o amargo é por causa do gás. Não sei se tomaria de novo, mas valeu a experiência). A visita acaba na maquete do Castelo, onde eles filmaram as cenas que mostram o castelo de cima ou ao redor.
Na entrada, na ponte, tomando uma cervejinha e sendo selecionada
Nessa hora eu fiquei bem emocionada. Eu estava vendo Hogwarts... Uma sensação que eu não tenho como descrever, O ambiente alterna entre o dia e a noite, e as luzes do castelo acendem e apagam, dependendo do período do "dia". Para ajudar, a sala fica tocando a famosa música do filme, não dá, é emocionante para quem cresceu lendo e vendo os filmes,
*_*
De tarde, bem de tarde, fomos até o British Museum. O museu é bem grande, parece um Louvre menor, mas é bem completo e mais vazio! Não conseguimos ver tudo, ficamos até os funcionários expulsarem os visitantes. Dá para passar um dia inteiro tranquilamente! Lá estão váááários itens do Egito antigo, também tem a famosa Rosetta Stone.

Terminamos o dia na Carnaby St, uma walkway bem legal, cheia de lojinhas e barzinhos, lanchonetes.
Chegando ao British Museum
No último dia em Londres, passeamos na Torre de Londres, foi legalzinho, lá ficam as jóias da coroa (super legal), um museu de armas de armaduras e você pode passear pelo forte. Depois andamos na famosa Ponte de Londres e depois fomos até o Imperial War Museum. O IWM é um museu de guerra, com vários itens da I e II grande guerra e como eram a vida das família durante os períodos. A parte mais tensa, foi a exposição sobre o crescimento do nazismo e o holocausto. Era uma exposição tão pesada, que não consegui ir até o fim, não visitei a parte dos campos de concentração. Eu me senti muito mal.

Quando saímos de lá, eu ainda estava meio pesada, então fomos para o Covent Garden, onde fica o Royal Opera House. Não conseguimos assistir nenhum ballet, mas não pude perder chance de tirar uma fotinha!!
Pois é, isso foi Londres! Gostei bastante e com certeza voltaria! Assim, Londres é uma cidade grande e em vários pontos lembra São Paulo, então não fiquei deslumbrada. O transporte público é muito bom, mas a comida... não sai tão barato e não se come bem, pelo menos eu não acho que comi direito. Frequentamos muito uma lanchonete chamada Pret a Manger, é uma proposta mais natural, só que é lanche. Tem vários espalhado pela cidade não sai tão caro. Eu comia um lanche de queijo brie com tomate e manjericão.

Comprar os ingressos com atencedência ajudou muito, compramos o Oyster (tipo um Bilhete Único daqui de SP), escolhemos o semanal para as áreas 1 e  2 e quando saímos dessas regiões, compravamaos o bilhete complementar, tudo pelo cartão.

Depois de tudo isso, pegamos o Eurostar e fomos até Paris... Ah, Paris... mas os detalhes eu conto para você no próximo DMP!! ;)

See Ya!

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

De malas prontas: Comprando Tickets

Se existe algum problema em turistar pela Europa, esse problema são as filas.Mas hoje, graças à internet, é possível escapar das filas e ajudar muito na organização da viagem!

Hoje estou em Londres (uhuuul). Como vocês já devem saber, estou no começo da minha Lua-de-Mele ficarei 24 dias viajando pela Europa! No dia em que cheguei em Londres, mostrei minha mala e contei mais sobre a viagem.
No post de hoje, vou explicar como comprei e quais foram os tickets que compramos pela internet. Vou contar das atrações que eu vou, mas existem milhares de lugares maravilhosos para se visitar na Europa. Uma coisa eu garanto, comprar ticktes pela internet é muito simples, mas não se esqueçam que é necessário um cartão de crédito internacional.

Vou dividir por países, vamos começar?

LONDRES
- Royal Museums Greenwich: É um complexo cultural, lá tem o Mational Maritime Museum, Royal Observatory, Queens House e Cutty Sark. É no Royal Observatory que "passa" a famosa linha do meridiano de Greenwich. Algumas atrações são pagas, outras não. Comprei os tickets no site do RMG, eles geram os ingressos na hora e você pode imprimí-los em casa.

- HP Making of: Os ingressos também são gerados na hora e você imprime em casa.

- Tower of London: Os tickets foram comprados no próprio site e impressos em casa.

Compraremos na hora o ticket para entrar na Westminster Abbey e iremos em algumas atrações gratuitas, como  o Natural History Museum, National Gallery, British Museum e Imperial War Museum.

PARIS
- Arc de Triomphe: Um dos monumentos mais famosos de Paris. Comprar o ingresso é relativamente simples, o problema é que não dá pra imprimir em casa. A compra é feita pelo site da Fnac fracesa e pode ser retirado em qualquer loja, na França.

- Musée de l'Armée: O museu de armas normalmente não tem filas, mas pra garantir, os tickets estão comprados. É só ir no site, pagar e imprimir.

- Tour Eiffel: A compra foi feita no site da Torre mesmo e o ingresso vem em um pdf na hora.

- Chateu de Versailles: A compra também é feita na no site da Fnac francesa, mas eles deixam imprimir em casa.

- Mussé du Louvre: É o mesmo problema do Arc do Triomphe, dá pra comprar na Fnac, mas tem que retirar lá..

- Disneyland Paris: Onde seus sonhos se realizam! A compra é feita no site da Disney e dá pra imprimir o ingresso na hora.

ROMA
- Colosseu, Forro e Palatino: Foi uns dos ingressos mais chatos de comprar. Demorou pra cair o cartão, quando caiu não mandaram o ingresso, tivemos que mandar um e-mail para receber os tickets. Responderam rapidamente e logo enviaram o pdf com os tickets.

- Vaticano: E esse foi o mais difícil de comprar! A compra não concluía, então resolvemos mudar o cartão, ai a compra foi concluída. Suspeitamos que a validação do Santander não era compatível com o site do Museu do Vaticano.

Na hora compraremos os tickets para a Catacomba de Priscilla, Museo Nazionale e Castel de Sant'Angelo.

POTUGAL
Visitaremos o Oceanário, Castelo de São Jorge, Castelo de Bragança, Castelo da Chaves e o Museu de Marinha que compraremos na hora, já que não são lugares tão disputados.

Bom, planejamos essa viagem a mais de um ano, então buscamos muitas coisas durante esse tempo. Essas são as dicas dos tickets, quando eu voltar, contarei a impressão de cada lugar que visitamos e se tivemos problemas com os tickets.

Espero ter ajudado quem está pensando em viajar!!

Vocês tem outras dicas? Conta pra mim nos comentários!

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